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Kleber Andrade não é um "elefante branco"

                       
                             

           
Era torcedor sempre reclamando que não tínhamos um estádio para grandes jogos. E agora, temos o estádio Kleber Andrade. Ou seja, a última desculpa para não comparecer aos jogos capixabas e prestigiar os times e campeonatos do Espírito Santo, já não existe. Mas, cadê o público?
 
Embora, de fato as obras do Klebão não tenham sido concluídas, temos que admitir que a praça é de primeira. O gramado é ótimo e com condições de permitir um jogo bem técnico, como vem ocorrendo. O que falta para termos um público numeroso? Bairrismo!
 
O torcedor capixaba não tem amor pelas coisas do nosso estado, deixar de lado qualquer campeonato no ES pelos clubes de fora do estado, como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Prova disso foi o jogo Rio Branco e Vitória, na última quarta-feira (22), onde um público pequeno (só em quantidade, é claro!) compareceu. Foram apenas 400 pagantes.
 
Que eu me lembre, houve uma decisão de um estadual entre Rio Branco e Desportiva Ferroviária com mais de 15 mil pagantes. Por que isso não pode ser repetido? Está na hora do nosso torcedor prestigiar as equipes capixabas. Vamos deixar um pouco o carioquismo de lado.
 
Bom, mas falando da partida, Vitoria e Rio Branco empataram de 0 a 0, em um jogo regular. Nenhum dos dois times andou na tabela, enquanto, nos outros jogos a coisa foi bem diferente.
 
Tupy estava empolgado, mas levou uma goleada do Itapemirim por 4 a 0. Uma prova de que, mesmo jogando muito bem, o adversário tem que fazer muito para derrotar o Atlético em seus domínios. Para o Toca a tarefa foi impossível!
 
Já o Linhares perdeu para o São Mateus e o Real Noroeste perdeu para o Espírito Santo, em resultados considerados normais. Atlético e São Mateus, dificilmente, ficarão fora do quadrangular que vai definir os times que decidirão o titulo do Capixabão 2017.
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Técnico tem que enquadrar tática e jogador

                       
                             

           
Nunca quis ser treinador de futebol, embora tenha sido tentado para este fim algumas vezes. Mas não é a minha praia. Acho, no entanto, que um treinador não precisa ser o gênio da bola, mas conhecer alguma coisa de tática de jogo. A estratégia de um time depende muito das características dos jogadores.
 
Se existe no elenco um atleta de grande velocidade, o ideal é estabelecer um esquema de jogo para que ele seja o principal articulador das jogadas no contra ataques. É evidente que tem treinadores que gostam de implantar uma maneira do time jogar, de acordo com o jogador que tem a disposição. Neste caso, ele tem que ser o responsável direto nas contratações. O que ocorre muitas vezes é que uma diretoria contrata os jogadores e depois o técnico.
 
Existe também a disposição do treinador em contratar determinados jogadores, que acabam não respondendo aos anseios do técnico. Enfim, o treinador pode ter sucesso numa agremiação, mas em outra não. Tudo é uma questão de química ou entendimento de ambas as partes. Para tudo isso o jogador tem que ser da confiança do técnico e vice-versa.
 
Na verdade, o treinador tem que ter antes de mais nada auto domínio do grupo. Alias, tem técnico que consegue dominar bem um time, mas não um grupo. As táticas são as mais variáveis, mas o adversário é quem define como o time tem que jogar. Tem treinadores fiéis à tática, em querer implantar mesmo não tendo os jogadores ideais para esta finalidade. Aí é que mora o perigo.
 
Em cima de tudo isso, o técnico tem que ter dinamismo no trabalho de treinamento do grupo; ser determinado na hora que escala a equipe e ter boa leitura de jogo. No mais, é esperar sempre um resultado positivo que muitas vezes é alheio à sua vontade.
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Decisão coerente da FES

                       
                             

           
Fiquei satisfeito com que a Federação de Futebol do Espirito Santo (FES) decidiu sobre o recomeço do Capixabão. Na verdade, a minha preocupação era não ver os nossos times jogando em dias e horários em que as televisões aberta e a cabo transmitem jogos importantes, envolvendo clubes de outros centros, como Rio de Janeiro. O adiamento das rodadas pela FES, portanto, foi necessário devido a crise de segurança que envolveu o nosso estado.
 
O presidente da entidade, Gustavo Vieira, decidiu o que precisava, sem chance para um plano B. Vamos esperar que este Capixabão seja bem levado. Continuo vendo com desconfiança devido a própria armação com a tabela do campeonato, que tem a primeira fase com um só turno, em competição de tiro curto.
O começo foi meio surpreendente por causa das exibições ruins do Rio Branco, que é uma equipe que a gente sempre espera o melhor. Conhecemos a competência de Flavio Anunziatta, técnico alvinegro que reúne condições de recuperar os números perdidos, embora a gente saiba que perder pontos no início de um campeonato do jeito que está, não é bom.
A Desportiva Ferroviária jogou apenas uma partida, empatando com o Atlético Itapemirim fora de casa. Ao contrário dos que muitos esperavam, por ter começado o seu trabalho tarde, não decepcionou. O time grená ganhou um ponto fora de casa. Neste tipo de competição um empate na casa do adversário é aceitável.
O Vitória foi o clube que melhor se organizou. O time celeste começou vencendo o Linhares por 1 a 0, mas sem mostrar um bom futebol. Pelo grupo de jogadores que tem, poderia ter mostrado mais em campo nesta estreia. Espero que isso aconteça daqui para frente. O Espirito Santo também não começou bem, mas tem time para recuperar.
O Doze foi a grande surpresa, pois uma equipe que ninguém nem sabia como vinha, acabou ganhando os dois primeiros jogos. É bom observar que o Doze é dirigido por Orlando da Hora que conhece muito de bola. Com relação ao Tupy, com uma vitória e um empate contra o Rio Branco, não foi novidade o time de Rogério Pedrini começar bem a competição. Não é simplesmente pela presença de um jogador como Luís Alberto na zaga, mas, acima de tudo, pelo grupo formado por Rogerio que faz com os jogadores fiquem bastante motivados quando jogam pela Toca.
No interior, Itapemirim, Real e Linhares começaram mal, mas podem ainda se recuperar. Vamos ver o que acontece daqui para frente.
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Justiça do Trabalho x Desportiva

                       
                             

           
Ninguém em sã consciência admite que deixemos de reconhecer nossos direitos trabalhistas. Só que está virando moda no futebol, qualquer profissional que deixa um clube entra com processo na Justiça do Trabalho. Teve um jogador que saiu da base da Desportiva Ferroviária após seis meses jogando, e entrou na justiça conseguindo a penalização do clube grená ao pagamento de 480 mil reais.
 
Todos têm que buscar os seus direitos, mas isso me pareceu mais uma extorsão. Tem advogado que fica ligando para o jogador incitando o atleta a processar o clube que está deixando, mesmos sendo indenizado normalmente. A Desportiva Ferroviária foi vítima de alguns. Recente e enfrenta várias ações trabalhistas e por conta delas o clube teve um jogo amistoso contra o Botafogo cancelado.


Alguém alertou à Justiça do Trabalho que agiu no sentido de reter 100% da renda da partida, mesmo sendo patrocinado e promovido pelo clube carioca. Isso obrigou a diretoria do Botafogo mudar de adversário – passado para o Rio Branco. Uma situação. A irregularidade existe, mas alguém agiu provocando este problema que culminou a mudança de adversário e do campo do jogo. Além disso, a Desportiva tem um jogo pela Copa o Brasil contra o Avaí, no Araripe, em fevereiro. Será que a Justiça do Trabalho vai querer o total da renda desta partida? Soube que a diretoria do clube grená providencia uma solução jurídica para resolver o problema. Se isso não ocorrer, será difícil manter um time de futebol nessa circunstância.


Num clima tenso a Desportiva Ferroviária começa a temporada 2017. E tudo é fruto de uma má gestão na época da fusão com a Villa-Forte/Frannel e era chamada de Capixaba. O dinheiro curto faz com que o clube contrate alguns jogadores pontuais, conforme disse o treinador Fabiano Rossato. Armando Zanata, vice-presidente de futebol, contratou alguns jogadores e a preparação grená está um pouco atrás dos demais times.
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O técnico sempre paga a conta

                       
                             

           
No futebol o que mais se vê são os treinadores do futebol brasileiro pagarem a conta dos resultados ruins das equipes que trabalham. No Espírito Santo não é diferente. Na preparação dos clubes para o Capixabão 2017 tem dois casos que se divergem: Vitória e Tupy seguem em caminhos diferentes para definir seus elencos.
 
No Vitória Futebol Clube o treinador Fabio Henrique teve o seu contrato renovado. Depois os celestes partiram para as contratações de jogadores de qualidade. O elenco se mostra muito bom e o técnico do alvianail atento e avalizando cada uma delas.
 
No Tupy está ocorrendo o inverso. O presidente do clube, Rogerio Pedrini, está assumindo as contratações para a formação do time. O treinador sequer foi contratado para dirigir o time da Toca. Isso não quer dizer que o técnico estará garantido se não houver os bons resultados. Na verdade, em futebol, são raras as vezes que o técnico não é sacrificado depois de resultado ruim.
 
No futebol brasileiro isso é uma constante. Basta ver o grande número de treinadores que foram demitidos no Brasileirão do ano passado.
 
Dirigentes e treinadores devem se compor na formação do elenco para a disputa de uma competição. Isso é o normal. Mesmo porque, as vezes, o técnico quer determinado jogador mas as finanças do clube não permitem. Acho que esse é o entrosamento normal entre os da cúpula e o treinador.
 
É claro que o treinador tem que realizar o seu trabalho, liderando o grupo, para facilitar na formação do time ideal. Um grupo forte com atletas de nível em cada posição, comandado por um técnico com liderança.
 
E como fica série D?
Tenho acompanhado os preparativos de Desportiva Ferroviária e Espírito Santo para o Capixabão 2017. Honestamente, em nível de série D, até agora não vi nada em nenhuma das duas equipes. A Tiva está devagar com relação a contratações. Pelo grupo de jogadores que vi sendo contratado não achei um meio campo recheado de talento, para ser a referência do time neste setor. Acho que a diretoria está trabalhando neste sentido.
 
Com a palavra, Armando Zanata que é o responsável pelas contratações ao lado de Rossato. Esperamos que pelo menos tenhamos um time forte e competitivo.
 
Já o Espírito Santo, com um novo presidente, ainda não mostrou a sua cara, nem mesmo para a disputa do Capixabão. Não gostei da troca de treinador. Vagner Nascimento tem capacidade de sobra para armar uma boa equipe. Nascimento conhece os jogadores do estado e o mercado capixaba. Esperamos que a diretoria do Santão tenha dado um passo certo.
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