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Bem ou mal, a Copinha terá Túlio Maravilha como atração

                       
                             

           

Fiquei contrariado quando soube que alguns times da primeira divisão do nosso futebol estão fora da Copa Espírito Santo deste ano. Clubes que reclamavam da Federação, a falta de competições. Esses mesmos clubes formam times para jogar apenas três meses. Olha que alguns deles, chegam a ser campeões, e, disputar a série D. Cito o Aracruz, que nem mesmo se preparou para o Brasileiro, e está fora da Copinha. Coisa feia! Muito mal, por sinal. O que se pode esperar de uma equipe, que com este tipo de atitude, vá conseguir andar para algum lugar numa competição, como a série D.

Quando se fala que a maioria dos dirigentes do nosso futebol não entendem de gestão, nem procuram se reciclar para fazer o seu clube crescer. Perovano me disse isso. Tem razão pois é a pura  verdade. O que espera de um time que disputa o Capixabão durante três meses e depois passa o resto do ano sem atividade. Acho que reduzi o número de clubes para o Capixabão de 12 para oito, é uma ideia genial. Como também acho, que todo o clube que disputar o Capixabão tem que competir na Copa Espírito Santo.

Enfim, vamos ver uma Copa Espírito Santo  este ano, com times da segunda divisão e outros poucos da primeira. Sem dúvida, que a principio seria um torneio sem motivação. Eis que surge o Vilavelhense, em boa hora, contratou de Tulio Maravilha, que vem em busca dos mil gols em sua carreira. Segundo o ex-atacante do Botafogo, faltam apenas dois para chegar neste feito. Pelo menos isso, bem ou mal, Tulio com sua irreverência sempre é uma atração. Acho essa maneira dele chegar motivando, faz bem a uma competição que cheguei a pensar que seria uma das piores dos últimos anos.

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7 comentários publicados


  • 14/05 às 23:39
    WELUvbFhW disse:

    What a neat arieclt. I had no inkling.



  • 13/02 às 05:21
    uuU4GUH7Uo disse:

    Respondendo:1- Sim, sempre prcuoro restaurantes que cobram um pree7o justo. Entendo que 20-30% seja uma margem bem justa, ate9 porque restaurantes compram mais barato das importadoras que o consumidor final. Exemplos: Pommodorino, Artigiano;2- Depende, pois infelizmente se3o minoria. Como ne3o abro me3o do vinho, acabo indo no que tenha a margem menos inflada e nos mais em conta, ou levo a garrafa de casa (mas sf3 gfs especiais) e pago a taxa de rolha (alie1s, esse e9 um tema interessante, tem restaurantes que cobram taxas de rolha justas, outros exorbitantes, e outros que adotam sistemas bem legais, como deixar levar o vinho se a gfs ne3o estiver na carta ou a cada vinho comprado o cliente tem direito a abrir um seu sem taxa).3- Sim, e estou querendo ir no Inter Vinos que, segundo li na Revista Adega, tem o sistema do cliente poder abrir uma gfs sua se comprar outra (mesmo que para levar). Vamos ver se e9 verdade (na Adega saiu que a taxa de rolha do Giuseppe Grill no Leblon era 25 reais e na verdade era de 50 reais, segundo me disse o sommelier quando le1 estive).Carlos Reis



  • 21/01 às 16:25
    1 disse:

    1



  • 11/01 às 12:31
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  • 10/01 às 14:13
    KmuIRn http://www.FyLitCl7Pf7kjQdDUOLQOuaxTXbj5iNG.com disse:

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  • 02/04 às 00:47
    RI9tCm http://www.QS3PE5ZGdxC9IoVKTAPT2DBYpPkMKqfz.com disse:

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  • 12/08 às 09:03
    xJ4d2Yhv disse:

    Sem PalavrasSkank,mais uma vez ne3o he1 palavras para deesrevcr a emoe7e3o de presenciar e curtir esse show maravilhoso.Quem e9 fe3 e9 fe3, e tenho certeza que sou, pois mesmo achando que ne3o iria ao Alvares Cabral, ne3o teve jeito, a emoe7e3o bateu mais forte e ne3o resisti, EU FUI.Ne3o canso de repetir, VOCeaS Sc3O A MELHOR BANDA DO MUNDO. Ne3o param de nos surpreender.Sf3 tenho duas coisas a lamentar:1) Ne3o ganhei a promoe7e3o SUPER Fc3 (e continuo sem conhecea-los)2) Novamente tive caimbra nas duas panturrilhas quando eu dormirPor mais que me controle ne3o consigo ficar sem pular. Ale9m disso, me orgulho de saber e poder cantar todas as mfasicas no show.O sonho continua vivo e um dia (quem sabe em Janeiro na Multiplace MAIS MEAcdPE) conhecerei voceas pessoalmente.Forte abrae7o e ate9 Janeiro.Dayan MargonPois e9,


           

Um abraço na família

                       
                             

           

Nos últimos anos, o crescimento vertiginoso do consumo de crack, talvez a mais destruidora de todas as drogas já produzidas em escala industrial, pegou de surpresa a sociedade e as autoridades públicas de todo o país. E nessa verdadeira epidemia, pais e mães de família, milhões de jovens e até crianças estão perdendo a saúde física e mental, assim como a capacidade de aprender, pensar e trabalhar. Ao lado do álcool, o crack e as demais drogas ilícitas constituem hoje uma das causas mais importantes da criminalidade violenta e da desintegração das famílias, no Brasil.

Temos combatido – com energia, tenacidade e eficiência – os traficantes que atuam nesse mercado da morte. Estamos realizando o maior investimento em segurança pública de toda a história capixaba, e os resultados já podem ser vistos na redução continuada e consistente dos índices de violência e criminalidade em nosso Estado. Agora, lançamos a Rede Abraço, um programa que olha de frente a outra face dessa tragédia social: o lado das vítimas. Em parceria com os municípios e com entidades filantrópicas e assistenciais, estruturamos uma vasta rede de acolhimento, tratamento especializado e apoio psicossocial para os dependentes químicos e seus familiares. No primeiro momento, a recepção e a triagem serão realizadas pelo Centro de Acolhimento para Pessoas com Dependência Química e Apoio às Famílias, que estamos implantando em Vitória. A partir daí, o usuário será encaminhado a uma das dezenas de comunidades terapêuticas associadas ao programa. As internações serão sempre voluntárias e definidas pela equipe multidisciplinar do Centro de Acolhimento, que conta com psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais, sociólogos, educadores físicos, advogados e todo o pessoal de apoio necessário.

Durante o tratamento, a família do dependente também receberá acompanhamento especializado, no próprio Centro de Acolhimento e na unidade de serviço mais próxima de sua residência. Trata-se de opção que se inspira na determinação política de situarmos a família – compreendida como núcleo afetivo responsável pela formação humana de cada cidadão e cidadã – no centro do nosso cuidado com a qualidade de vida, a saúde e a segurança do povo capixaba. Opção que dá sentido novo às palavras unidade e parceria. A parceria que está na base dessa ação coletiva e solidária e a unidade que nasce da compreensão de que não há Governo capaz de enfrentar sozinho, sem a participação direta e ativa da sociedade, os grandes desafios da segurança pública.

Renato Casagrande
Governador do Espírito Santo

 

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  • 21/01 às 16:12
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Importação de médicos. Nova demagogia à vista

                       
                             

           



Luiz PauloEm todas as pesquisas de opinião realizadas no Brasil nas últimas duas eleições, o problema da saúde aparece em primeiro lugar na preocupação dos eleitores. Reflete, evidentemente, a avaliação negativa que faz a população do funcionamento do sistema de saúde no pais, o SUS e os planos privados.

Os marqueteiros, lendo as pesquisas, recomendam aos candidatos o óbvio: “Fazer uma promessa de impacto no setor de saúde”. Assim multiplicaram-se as promessas de construção de postos de saúde e de hospitais, de atendimento 24 horas, marcação de consultas por telefone e internet, farmácia popular e a entrega de remédios em domicilio. Siglas novas se incorporam ao vocabulário popular, como as UPA's, enquanto o serviço de saúde como um todo continua mal avaliado.

A complexidade é enorme. Na saúde, o progresso tecnológico em vez de baratear os custos de exames, procedimentos clínicos e cirúrgicos e medicamentos, provoca aumentos constantes e novas demandas. Além disso, o governo federal, que há dez anos era responsável por 2/3 do custeio do SUS , hoje responde por apenas 1/3, deixando a maior parte para os estados e municípios.

A contratação de serviços através de Organizações Sociais (OS's) e a realização de parcerias público-privadas, as “ppp's”, para construção e operação de serviços médico-hospitalares está apenas começando e ainda desperta certa desconfiança, apesar dos bons resultados nas experiências conhecidas. O sistema de contratação de profissionais de saúde tradicional através de concursos públicos, a contratação temporária e as cooperativas de especialidades também apresentam dificuldades e problemas para o bom funcionamento do sistema.

Ao invés de enfrentar de frente esta complexa agenda de questões a equacionar e resolver, o governo federal surge agora com um factoide demagógico novo: a importação de médicos. Se fosse uma medida lançada nos anos noventa poderíamos até justificar dizendo tratar-se de consequência da abertura da economia brasileira, que tanto bem fez ao Brasil na estabilização da moeda e modernização de nossa estrutura produtiva, e que estava sendo equivocadamente copiada no setor de saúde. Infelizmente o equivoco da proposta esdruxula não é de boa fé.

Mais uma vez, o governo, para eximir-se de sua responsabilidade, tenta jogar a população contra as categorias de profissionais da saúde que serão caricaturadas como sendo “egoístas e mercenárias”. Quem se opuser 'a medida será visto como inimigo do povo, dos mais pobres que sofrem com o mal funcionamento do sistema de saúde.

Se examinarmos bem trata-se de um padrão de “vale - tudo na luta política” já usado em outras questões como a privatização na infraestrutura, demonizada nas três ultimas eleições e hoje abraçada como prioridade na politica econômica do governo.
Eles bem que avisaram que na eleição “fariam o diabo” para vencer.

Luiz Paulo é engenheiro, professor universitário e ex-prefeito de Vitória.

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  • 21/01 às 16:25
    1 disse:

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Carminho, o vinho e o bacalhau

                       
                             

           

Sob a nudez crua da verdade, o manto diáfano da fantasia”
Eça de Queiróz

Há muito e muito sou frequentador de uma loja de discos. Dias desses, lá chegando ouvi algo diferente, maravilhoso, que ainda não conhecia. Eram fados de Carminho, voz linda, rosto lindo etc. etc. Pedi que mo vendesse.

Na madrugada, com calma, com um Pera Manca na taça e paz na alma ouvi todo o disco.

Egoísmo nunca foi palavra de meu dicionário ou de minha vida. Imediatamente telefonei para alguns amigos para participar da nova. Especialmente o Henrique Moça, moço, mas velho amigo de antigas batalhas. Atendeu à ligação seu irmão. Disse-lhe que queria falar com Henrique.

- “Henrique não está. O Sr. poderia me adiantar e dizer qual o assunto?”
- “Claro”, tranquilizei-o e o compreendi em sua hesitação (Poderia ser um cobrador ou algum marido traído e, nesses casos, Henrique estaria em Portugal).
- “Ouvi algo extraordinário e queria dividir com ele”. No ato ele me observou: “o Sr. está acompanhado de um vinho, não é?”
“Of course, se não?”, respondi.
-“Então acompanhe também com um bacalhau.” E deu-me a seguinte receita e que também, não egoistamente, divido com vocês que me leem.

Bacalhau com purê de grão-de-bico
Ingredientes:
250 g de grão-de-bico
4 postas de bacalhau
2 cebolas
100 ml de azeite
100 g de bacon
3 dentes de alho
200 g de tomate em pedaços
50 g de farinha de milho
12 azeitonas pretas
Sal, salsa e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparar:
1. Coloque o grão-de-bico de molho por 8 horas. Escalde as postas de bacalhau em água fervente, escorra e tire-lhe a pele e as espinhas. Reserve a água do cozimento.
2. Cozinhe o grão de bico em água temperada com sal e 1 cebola inteira. Escorra e reduza a um purê. Depois acrescente 50 ml de água do cozimento do bacalhau, 1 colher (de sopa) de azeite e um ramo de salsa picado.
3. À parte, frite o bacon cortado em fatias e junte ao purê. Leve ao fogo até secar um pouco e passe para uma travessa. Em seguida pique a cebola restante e os alhos e doure em 2 colheres (de sopa) de azeite. Junte o tomate e mais 50 ml de água do bacalhau. Tempere e deixe cozinhar por 10 minutos.
4. Bata o molho e coloque em volta do purê de grão-de-bico e decore com algumas folhas de salsa. Por fim passe o bacalhau pela farinha e frite-o no azeite restante. Coloque-o sobre o purê e decore com azeitonas pretas.
Em tempo: Carminho, Nana Caymi, Milton Nascimento dão o tempero ideal. Chico Buarque de Holanda é o Sauternes que encerra esse banquete.

 

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Beber ou degustar: eis a questão!

                       
                             

           

taça de vinhoFalar sobre vinhos é algo cheio de subjetividades, mas para essa coluna de estreia no ES Hoje, escolhi um tema que norteia a maneira como cada um de nós, objetivamente, enxerga o vinho.

Se você é um apreciador eventual de vinhos, talvez a mais rica e diversa das bebidas alcoólicas, e simplesmente "bebe" os vinhos que lhe chegam às mãos, percebe o vinho apenas como um líquido refrescante e aromático, ligeiramente ácido e com um sabor (espera-se) agradável.

Até aí tudo bem, você fica plenamente satisfeito com aquilo que esperava encontrar na taça, algo capaz de saciar sua sede e oferecer boas, porém discretas, sensações olfativas e gustativas. Objetivo plenamente alcançado, certo? Claro que sim! Mas existe um outro lado "objetivo" que você só descobre quando "degusta" o vinho.

Degustar, por definição, nada mais é do que "beber com atenção", ou seja, utilizar pelo menos três de seus sentidos (visão, olfato e paladar) para capturar aqueles elementos do vinho que simplesmente não são percebidos quando você apenas "bebe".

Na próxima vez que estiver com uma taça de vinho nas mãos, mesmo que ele seja simples, procure visualizar sua cor, identifique sua tonalidade (seja branco, rosé ou tinto), perceba se ele é límpido, denso ou opaco. Agite brevemente a taça em movimentos circulares e dê uma leve inspirada no vinho, tentando identificar seus aromas através de sua "memória olfativa" (sim, você tem uma...), repita a operação se necessário. Finalmente, ao levá-lo à boca, deixe-o percorrer toda a língua, observe seu nível de acidez, perceba se há um leve dulçor (ou amargor) e, o mais importante de tudo, sinta se ele lhe parece "equilibrado" e agradável num contexto geral.

Num primeiro momento, tudo isso poderá parecer muito "subjetivo", aborrecido e demorado. Com um pouco de prática e cultivando esse hábito, você vai descobrir um universo de sensações, absolutamente palpáveis e objetivas, que você estava deixando escapar quando apenas "bebia" seu vinho.

Mas que fique claro, se deseja continuar a "beber" seu vinho ao invés de "degustar", vá em frente, porém saiba antes o que você está perdendo.

Falaremos mais sobre isso nas próximas colunas...

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Vinho e história: veja a nova coluna de ESHOJE

                       
                             

           

Luiz ColaA partir deste mês, atendendo ao convite do jornal ES Hoje, iniciamos essa coluna cuja temática principal é o vinho, uma bebida que há milênios exerce um pequeno, mas significativo papel coadjuvante da história da civilização ocidental, e que chega ao tempo presente, fortalecida para desempenhar seu importante papel de proporcionar prazer, cultura e congraçamento para o homem, contribuindo, quando consumido com moderação, para a melhora de seu bem-estar físico e mental.

A cada nova coluna, buscaremos apresentar dicas sobre o consumo de vinhos, sugestões de rótulos que mereçam ser degustados, livros e sites que valham a pena ser lidos e demais informações relevantes sobre o tema, propiciando ao leitor, enófilo ou não, uma leitura dinâmica sobre a mais interessante e complexa bebida alcoólica criada pelo homem.

O Autor

Mergulhado no diverso e instigante mundo do vinho há mais de 15 anos, venho me dedicando e aprofundando no tema desde 2005, quando comecei a visitar regiões produtoras pelo Brasil e pelo mundo, e a ministrar cursos, degustações temáticas e palestras sobre vinhos.

A partir de 2010, passei a editar e publicar um blog específico sobre o assunto, o Vinhos e Mais Vinhos, que logo veio a se tornar um dos mais visitados do Brasil, um grato reconhecimento pelo trabalho desenvolvido.

Para manter-me sempre atualizado nesse frenético universo, participo de duas importantes confrarias de Vitória e frequento a maioria das feiras e eventos de vinho realizados no estado e nas principais cidades brasileiras.

Luiz Cola

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O adeus a Neyzão

                       
                             

           

Tem gente que passa por essa vida e deixa sempre algo de bom, forte, e que por muitos anos, marca na memória dos que ficam. Evidentemente, quem morre vira anjo, é o maior, o melhor, etc etc... É certo!  Finalmente, a morte é o fim de uma vida, que se vai, e, que fica somente a lembrança dos seus atos bons e ruins. Confesso que por mais truculenta que as pessoas vivam na sua passagem pela vida, sempre deixam marcas positivas. Tem alguns que passam, e, quando nos deixam, a gente não conhece nada de negativo. Sinceramente, é caso de Ney Manoel Ventura.

Ney era um sujeito simplório, alto, forte, sempre desenhando em sua face, um sorriso sem hipocrisia. Como se diz, uma pessoa do bem. Neyzão como era chamado pelos amigos tinha uma personalidade forte; uma liderança bem firme perante aos seus colegas de diretoria da Desportiva. Ney convivia no meio  esportivo sem ser deselegante. Conheci Ney Ventura em 74, dirigente do futebol da Desportiva. Era conceituado pelos jogadores que tinham no dirigente, uma pessoa altamente confiável, e que cumpria rigorosamente tudo o que prometia. Naquela época, os contratos dos jogadores eram assinados com o passe preso ao clube. Alguns dos profissionais da Desportiva assinavam contrato em branco com Ney Ventura, tamanha era a confiança que tinham nele.

Mas Ney não era simplesmente amigo dos amigos. Era um fiel cumpridor de seus deveres, como chefe de família. Isso sem contar com enorme prestígio que tinha entre os seus companheiros de trabalho, na Vale do Rio Doce, já que era superintendente da Doce Nave.

Enfim, Neyzão morreu do jeito que viveu, alegre, ao lado da sua companheira Nazaré, sem alarde, quieto, chamado por Deus, para zelar por nós. Assim foi a sua despedida. 

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A nossa Torta Capixaba

                       
                             

           

Foto: ESHOJE
ESHOJE

Uma pesquisa sobre a origem da icônica torta capixaba nos deixa sem resposta conclusiva quanto à sua origem. Torta é um vocábulo latino que significa “pão redondo, bolo achatado”. Para aclarar melhor a pesquisa devemos nos situar no tempo em que vivia Jesus. A quaresma é um período que remete aos quarenta dias que Jesus de Nazaré jejuou e, segundo o Evangelho de Mateus, o fim do período foi marcado pela ressurreição de Cristo.

Na Igreja Católica Romana, o jejum é uma tradição surgida no século IV, época em que as pessoas do povo raramente consumiam carne. Isso era privilégio dos ricos e nobres em seus banquetes, logo associado ao pecado e à gula. Assim, a Igreja determinava a abstinência da carne de mamíferos e aves no período da quaresma como símbolo de aceitação e união ao sacrifício de Jesus.

Ficaram fora da lista de abstinência o bacalhau (que é um peixe), os mariscos e os frutos do mar, ingredientes de presença irrelevante nos banquetes à época. E aí é que se insere a nossa torta nesse período de abstinência. Com o tempo, a duração do jejum foi sendo reduzido à Semana Santa, e atualmente ele não é mais obrigatório, apenas “recomendado” na Sexta-feira da Paixão.

O Estado do Espírito Santo, de colonização portuguesa, população mesclada com índios e negros, mantém viva essa tradição que se manifesta intensamente em seu folclore. A moqueca e a torta são as expressões máximas da nossa cultura popular. Mas não temos certeza de onde e quando tomou a forma conhecida hoje.

Alguns escritores citam como primeira referência à torta capixaba a carta de Pero Vaz de Caminha ao rei Dom Manuel de Portugal. Nela, o palmito é citado duas vezes:

- “.... Há entre ele muitas palmas, de que colhemos muitos e bons palmitos.”

- “...Andamos por aí vendo a ribeira, a qual é de muita água e muito boa. Ao longo dela há muitas palmas, não muito altas, em que há muito bons palmitos. Colhemos e comemos deles muitos.”

No Brasil, com seus mais de 8 mil quilômetros de costa atlântica, era de se esperar que houvesse abundância de mariscos e frutos do mar. Na carta de Pero Vaz de Caminha há uma única referência a mariscos:

- “Enquanto aí estávamos, foram alguns buscar marisco e apenas acharam alguns camarões grossos e curtos, entre os quais vinha um tão grande e tão grosso, como em nenhum tempo vi tamanho. Também acharam cascas de berbigões e amêijoas, mas não toparam com nenhuma peça inteira.”

Mas nesse documento histórico não encontramos nenhuma menção ao cozimento de palmito com mariscos a sugerir a origem ancestral do que seria, séculos mais tarde, a nossa torta capixaba.

Não havendo outras referências fidedignas, tentemos imaginar a origem de nossa torta. Em verdade, pode-se observar que se trata de uma iguaria resultante da mescla de culturas distintas, a indígena, a africana e a portuguesa.

A técnica culinária de gratinar as claras de ovo no forno como um suspiro, o acréscimo de azeite, bacalhau e azeitona são contribuições portuguesas, a mariscada pode ser indígena como também ibérica. Essa combinação, acrescida do cozimento em tigelas de barro, de origem indígena ou africana, sugere perfeitamente a origem capixaba de nossa torta. É lógico portanto pensar que a nossa torta foi concebida no único Estado da União que reúne todos os ingredientes culturais requeridos, o Espírito Santo.

O registro mais antigo conhecido sobre a torta capixaba é de 1878 feito por Guilherme Santos Neves em “Torta Capixaba” - Editora Âncora, Vitória, 1962.

A receita tradicional pede ser encontrada na página eletrônica da Prefeitura de Vitória:

http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=tortacapixaba

Mas para a harmonização com o vinho temos nossa preferência. Inicialmente vamos citar os que não estão indicados para a harmonização: os vinhos de estagiamento em madeira, ditos reserva, e os muito perfumados e potentes como os sauvignon blanc e torrontés.

O cítrico do limão, o calor da pimenta-do-reino e os mariscos nos remetem aos rieslings alsacianos, os Pouilly Fume do Loire (como o Silex de Didier Dagueneau) os secos da Francônia (como o Würsburger Stein), o chardonnay sem nenhum estagiamento em madeira, os italianos Gavi di Gavi e Greco di Tufo da Campania e, sem dúvida, last but not least, o vinho verde branco (português) de última safra ou um extraordinário espumante brut nacional.

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Clássico: jogo bom e sorte da Desportiva

                       
                             

           

Foto: Dayana Souza
Dayana Souza

Mais uma vez Rio Branco e Desportiva proporcionaram uma partida cheia de emoções na noite desta quarta-feira (3), na Arena Unimed Sicoob, em Jardim América. O resultado de 3 a 2 para a Tiva foi mais em função da vontade das duas equipes. Lógico que a sorte ficou ao lado da Desportiva. Mas sorte é um ingrediente a mais no futebol. Isso fez parte deste Tiva X Rio Branco. É evidente que se o Rio Branco ganha ou empata, seria também um resultado justo.

O time do Rio Branco mostrou mais vontade de ganhar a partida e jogando um pouco mais correto na busca do gol. Mas as jogadas começando pelo meio campo para chegar à defesa do time grená não aconteceram no primeiro tempo, com muitos chutões. E foi num contra-ataque que Thiago Moura trabalhou e o gol saiu em bom estilo através de Fayole. O jogo terminou no primeiro tempo com 1 a 0, em favor do Rio Branco. A Desportiva procurava o seu jogo nesta fase e teve momentos importantes na partida, mas não saiu o gol e Deivid Denner perdeu uma chance; Carlos Victor também. Houve uma confusão por causa de uma entrada dura de Léo Oliveira em Guaçuí. O tempo fechou e o goleiro Henrique veio do seu gol para agredir fisicamente o médio Gilmar, na cara do bandeira.

O árbitro Rudimar Goltara, foi mal no campo disciplinar, na primeira fase do jogo. Ele deixou de marcar faltas duras para os dois times e marcava outras sem necessidade. No final da confusão, Rudimar deu um justo cartão amarelo para o Léo Oliveira, mas poderia ter dado o vermelho para o Henrique que levou apenas amarelo. No segundo tempo, me pareceu a Desportiva com mais disposição e jogando com mais acerto.

O time grená empatou o jogo com gol de Gilmar; fez o segundo gol com Carlos Victor. Depois sofreu o empate com uma bela cobrança de Ernandes, com time capa preta igualando o marcador. Estava 2 a 2 e poderia ter terminado com esse marcador ou em favor do Rio Branco, não fosse uma bela defesa de Felipe. Mas a sorte ficou ao lado dos grenás. Num gol contra, em bom ataque, a Tiva ganhou o jogo de 3 a 2 com justiça. A equipe de Mauro Soares ainda perdeu duas chances claras de marcar.

Acho que o Rio Branco, com o comando de Marcelo Sales, progrediu e muito. Mas o time alvinegro se recente de um meia mais criativo. As bolas chegam aos seus principais jogadores de ataque, através de contra-ataques, como foi caso do gol, e lançamentos longos, às vezes, de zagueiros. Vi um Rio Branco com garra e vontade, como a torcida sempre gosta de ver. O time cria poucas jogadas pelas laterais, mesmo Jancarlos sendo um jogador de qualidade.

Na esquerda, nenhuma jogada ofensiva criada pela lateral do campo. O time sente a falta dessas jogadas com especialista da posição. Enfim, o time da Desportiva tem um time, com mais toques e coletividade. Tem também jogadores com condição de definir o jogo. O Rio Branco tem Thiago Moura, Ítalo, Humberto e o Guga, todos de rara qualidade técnica, mas sem contar com alguém que crie para que eles, que definam um jogo. Isso acontece, às vezes, por falta de marcação do adversário. Guaçuí e Léo Gonçalves são brilhantes marcando, mas criaram pouco.

Finalmente, o jogo foi ganho pela Desportiva. Repito que foi com uma boa dose de sorte. As duas torcidas estão de parabéns porque cumpriram o seu papel. A presença do público poderia ser maior. Houve muita raça e vontade dos atletas dos dois times. Foi uma partida de muita “catimba” como sempre acontece entre as duas equipes.

 

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Ressurreição versus aborto

                       
                             

           

Paiva NettoDomingo de Páscoa. O ponto culminante da Semana Santa vem aí. É um dia especial de confraternização entre as famílias. Muito além dos festejos, a data comemora o maior dos milagres, a Ressurreição de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista.

Firmado nesse marco histórico e na esperança de vida em abundância que ele acendeu nas Almas, invoco aos seres humanos misericórdia pelos inocentes no útero materno, direito adquirido no instante da concepção e, espiritualmente, antes mesmo dela.

Nem é preciso buscar argumentos religiosos para essa defesa. Basta o testemunho da biomédica dra. Lílian Piñero Eça, Ph.D. em biologia molecular pela Universidade Federal de São Paulo, presidente do Instituto de Pesquisa de Células-Tronco e diretora científica do Centro de Atualização em Saúde. Ela afirma com conhecimento de causa que “o início da vida humana é o encontro do espermatozoide e do óvulo. Ali se formam as células-tronco embrionárias, que darão origem ao ser humano; são intocáveis. Lá temos todas as proteínas e a sinalização para o futuro cérebro, as perninhas, os bracinhos”. (...)

Realmente, o próprio avanço científico apresenta-nos a consciência de que o aborto é impraticável do ponto de vista ético e, acima de tudo, humano.

Faço votos de que o divino significado de Jesus ressurreto renove e ilumine o respeito que devemos à vida em todos os seus estágios.

SOS CALAMIDADES

O sofrimento das criaturas nos comove muito. Sempre queremos realizar algo para, pelo menos, diminuir os fardos que elas carregam. Agora mesmo, nas cidades de Petrópolis e Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, mobilizamos esforços, com a campanha “LBV — SOS Calamidades”, no socorro da população afetada por fortes chuvas. A iniciativa tem como parceiros a Super Rádio Brasil (940 AM); o Mega Box Atacadista; o Grupo Ancar; o Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam); a Polícia Militar, por meio da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP Fazendinha); e o Portal do Vale Tudo.

A LBV em Petrópolis e na capital carioca são postos de arrecadação. Dentre os itens mais solicitados estão: água potável, alimentos não perecíveis, materiais de higiene pessoal e limpeza, fraldas geriátricas e infantis. Para outras informações, acesse www.boavontade.com.

Faça parte desse time de solidariedade. Desde que foi criada, em 1º de janeiro de 1950, pelo saudoso radialista Alziro Zarur (1914-1979), a LBV vem demonstrando que é possível, pelo Ecumenismo dos Corações, trabalharmos por um Brasil melhor e por uma Humanidade mais feliz.

ARIEL PALACIOS

“Os Argentinos”, livro de autoria do jornalista Ariel Palacios, foi lançado no Rio de Janeiro na última quinta-feira (21/3). O autor é correspondente da GloboNews e do jornal “O Estado de S. Paulo” em Buenos Aires, onde atua desde 1995.

Deixo aqui meu agradecimento a ele pela fraterna dedicatória que recebi em um exemplar da sua obra: “Ao querido Paiva Netto, figura essencial da sociedade brasileira. Com admiração e afeto, abraços, Ariel. 21/03/13 – Rio”.

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Motorista não é bode expiatório

                       
                             

           

Pedro Valls Feu Rosa

Há poucos anos descobriu-se que, durante o século XX, o número de pessoas que morreram em acidentes de trânsito no Brasil chegou a um milhão. Constatou-se que quase 4% das mortes acontecidas no Brasil tinham como causa o trânsito, contra apenas 1,8% dos Estados Unidos, 1,5% da França e 1,1% do Japão. Estimou-se que gastávamos US$ 10 bilhões a cada ano em decorrência dos acidentes de trânsito.

Diante destes números começou a busca pelos culpados. Concluiu-se que nossas leis eram muito frouxas. E foi assim que, antes da virada do século, surgiu o novo Código Nacional de Trânsito, mais rigoroso.

Logo depois comemorou-se uma queda no número de mortes. Mas não foi o bastante. Nossas estradas continuaram sendo um matadouro. Cumpria, assim, localizar um novo culpado. Chegou-se ao álcool. Passamos, então, a ter uma das mais rigorosas legislações do mundo sobre álcool e direção.

Imediatamente em seguida celebrou-se nova queda no número de mortes. Mas também não foi o suficiente. Nossas ruas e rodovias ainda são palco de carnificinas diárias. Segundo dados divulgados em 2008, continuamos gastando US$ 10 bilhões por ano em função dos acidentes de trânsito.

É necessário buscar novos culpados. Assim, localizaram outros suspeitos: as más condições do clima e a falta de atenção dos motoristas! Recentemente vi uma estatística indicando que estes dois elementos, sozinhos, respondem por 71,13% dos acidentes! Ao ler este número veio-me à mente que, pelas estatísticas, o lugar mais perigoso do mundo é a cama - é onde mais se morre!

O fato é que este debate lembra uma piada segundo a qual uma pessoa estava, à noite, procurando debaixo de um poste aceso algo que havia perdido longe dali, no meio de um matagal escuro. Indagado por alguém sobre os motivos de estar procurando no lugar errado, aquele cidadão deu uma resposta curiosa: “aqui é mais fácil procurar porque está iluminado”.

Pois é. Talvez o maior culpado esteja lá longe, fora dos holofotes, pouco comentado exatamente porque é trabalhoso – refiro-me às condições de nossas ruas e estradas. Dia desses, por exemplo, li uma notícia dando conta de que a buracada existente em uma única estrada causou, em apenas seis meses, 118 acidentes, com 97 feridos e 10 mortes. Ao invés de corrigir-se a estrada, fez-se apenas colocar uma triste placa: “Cuidado, buracos na pista”.

Sim, talvez esteja aí, nestas placas, o grande assassino que ronda nossas estradas. Segundo um estudo da Confederação Nacional dos Transportes, 72% de nossas estradas estão em péssimas condições. Uma em cada dez estradas brasileiras não tem qualquer tipo de sinalização. Em 2007 calculou-se que apenas nas estradas de São Paulo surgem cerca de mil buracos por dia. 40,8% de nossas rodovias precisariam ser totalmente refeitas, pois nem reparos comportam mais - e tome placa avisando sobre buracos!

A verdade é que o motorista brasileiro já começou a fazer sua parte - suporta pesadas multas, uma alta carga tributária e tem sobre si uma legislação das mais severas do planeta. Assim, talvez seja a hora de perguntar quando teremos estradas decentes e seguras, aliviadas por um sistema ferroviário compatível com a grandeza do Brasil. Fugir deste debate é procurar o culpado no lugar errado só porque lá está iluminado - ou seja, uma piada, e daquelas de mau gosto.

 

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Quadra Poliesportiva Jornalista Luiz Mendes

                       
                             

           

Paiva Netto

No dia 7 de março (quinta-feira), a Legião da Boa Vontade prestou homenagem ao saudoso jornalista Luiz Mendes (1924-2011), inaugurando uma quadra poliesportiva com o nome dele, no Centro Educacional da Instituição, em Del Castilho, no Rio de Janeiro/RJ.

A solenidade foi prestigiada pela viúva do saudoso comentarista esportivo, a atriz e radialista Daisy Lúcidi; pelo filho Luiz Mendes Junior e sua esposa, Eglê Miranda. Compareceram ainda profissionais da imprensa carioca que repercutiram o evento nas rádios Globo, CBN, BandNews, Bradesco Esportes FM, JBFM, Nacional e Tupi; no jornal “Monitor Mercantil”; nos sites ABI (Associação Brasileira de Imprensa), AIB (Associação de Imprensa da Barra da Tijuca) e Monitor; e nas TVs Fox Sport e Esporte interativo.

Na ocasião, a nossa querida Daisy Lúcidi assim se expressou: “Estou muito emocionada, mas muito feliz. Muito obrigada! Onde ele estiver, está recebendo esta homenagem. Quero agradecer ao Paiva Netto, que conhecemos também, por todo esse esforço de um dia realizar esse grande Centro [Educacional] da LBV. E dizer a todos vocês que continuamos ao lado da Legião da Boa Vontade, continuamos trabalhando pela LBV. Sempre que vocês precisarem, podem contar conosco. Muito agradecida por tudo”.

SAUDAÇÃO AO PAPA FRANCISCO

O Ecumenismo das Almas pelo qual tanto nos empenhamos, cultura de Paz que desejamos ver estabelecida nos corações, oferece-nos o ensejo de saudar o novo Papa, eleito na quarta-feira, 13/3, em conclave no Vaticano, para comandar a Igreja Católica Apostólica Romana. Que o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, agora Francisco, primeiro Papa latino-americano da história, alcance os bons propósitos de sua nova missão, revestida de grande responsabilidade espiritual. Pedimos a Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, e a Francisco de Assis, o Patrono da LBV, que lhe inspirem as ideias e as ações.

Estendemos igualmente nossos respeitos e votos de paz e saúde ao Papa Emérito Bento 16.

 

 

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E o Rio Branco, como fica?

                       
                             

           

Ruy

Outro dia, um torcedor do Rio Branco ligou para Rádio Espirito Santo, logo após a derrota do time alvinegro para o Aracruz por 2 a 0, e disse que estava muito feliz. Eu perguntei por que, se o time perdeu feio, em casa? Ele disse que a felicidade dele girava em torno da Desportiva, porque a equipe grená tinha perdido a liderança do Capixabão e torcia muito para que não fosse classificada para a série D deste ano.

Coisa de torcedor fanático que não se importa muito como está a sua equipe, mas quer ver a desgraça do time rival. Lógico que é um comportamento de um torcedor irreverente. Porque o rio-branquense, mesmo, quer saber o que está havendo com o seu time.

Senão vejamos: O Rio Branco começou o ano com uma pré-temporada de 60 dias, com o comando de Eric Bonfim. O time capa preta não decolou, mesmo depois de começado, vencendo bem o Real dentro dos seus domínios por 2 a 1. Aí vieram os sucessivos empates e agora sucessivas derrotas, tendo o terceiro treinador no comando. Aridelson, que substituiu Eric, saiu e agora o time está nas mãos de Erasmo Serafim, treinador de goleiro. Não estamos aqui para fazer julgamento de ninguém e nem de setor nenhum do clube. Mas esse mesmo torcedor que quer ver a desgraça da Desportiva deveria estar preocupado com o horror que vive o seu time.

Nós, da crônica esportiva, estamos preocupados. Finalmente, o Rio Branco é um time forte, de tradição, de maior torcida no estado e que representa um padrão elevado do futebol da Grande Vitória. Junto com ele estão o Vitória, a Desportiva, que representam essa força junto com Serra, Vilavelhense, Tupy e Gel. São times da Grande Vitória que a gente torce porque vivemos momentos bem sombrios atualmente. Principalmente, depois que o interior do estado ganhar tantos títulos seguidos, com a maioria desses times, formados com apoio integral de prefeituras. Lógico que há exceções, como são os casos de Estrela e Real. Isso não ocorre com as equipes da Grande Vitória.

Confesso que não sei onde o Rio Branco erra. O time está mal armado, sem padrão, com os jogadores errando muito os fundamentos. De quem é a culpa? Não sei! Diretoria, comissão técnica e os próprios atletas é que podem responder. Aqui de fora, o presidente Duque diz que tem feito tudo para o time ser bom. Mas ele diz que está insatisfeito, como todo torcedor. Então, o que falta para avaliar um time que vem perdendo e jogando mal? Esse mesmo torcedor, que quer ver a desgraça da Desportiva, naturalmente, deveria está interessado sem saber disso também. Temos a observar com tudo isso, que o Rio Branco estando bem é bom para o nosso futebol e para todos nós da imprensa. Ganhar ou perder da Desportiva são outros quinhentos. Isso fica a cargo da expectativa do torcedor e da rivalidade nas arquibancadas. Estamos falando do Rio Branco e da sobrevivência do nosso futebol.

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Combate à violência contra mulheres e meninas

                       
                             

           

Foto:
Paiva Netto
Celebramos o Dia Internacional da Mulher em 8 de março, contudo, nada nos impede de tocar no assunto em qualquer ocasião. Defendo sempre que dignificar a mulher é valorizar o homem. Provê-la do apoio necessário, com o acesso à educação de qualidade, a um sistema eficiente de saúde e segurança, é dever do Estado e compromisso de todos nós. O respeito e uma boa orientação material e espiritual às mulheres lhes possibilitam atingir o grau de excelência nas atribuições que exerçam, por exemplo, no papel de mãe generosa, devidamente preparada para formar cidadãos dignos. Cabe aqui repetirmos o pensamento do educador norte-americano Charles Mclver (1860-1906): “Se você educar um homem, educa um indivíduo; mas, se educar uma mulher, educa uma família”.

Na abordagem desse tema, de interesse geral, com muito prazer trago-lhes trecho da entrevista que a ilustre dra. Maria do Rosário Nunes, ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), concedeu no Templo da Boa Vontade, em Brasília/DF, em 22 de janeiro deste ano. No ensejo, ela comandou um ato ecumênico em prol da tolerância religiosa, assinando, juntamente com o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, a portaria de criação do Comitê Nacional de Diversidade Religiosa.

Ao discorrer sobre o 8 de Março, especialmente para a revista “Boa Vontade Mulher”, declarou:

“Interessante é que estávamos falando aqui hoje de tolerância, de paz, de não violência. Uma vez li que, se os acordos de paz fossem construídos com a presença mais efetiva das mulheres, a paz seria mais rapidamente conquistada. As mulheres nas guerras, na situação urbana, nos conflitos diante da morte tão precoce dos meninos no nosso país, no mundo, ou das meninas, dos maridos, dos companheiros, as mulheres perdem e sofrem muito com a violência. Seja a violência de gênero ou quando perdem também aqueles que amam.

“Oito de março é uma data fundamental no Brasil e no mundo, porque tem a capacidade de mobilizar por igual a sociedade, percebendo o valor da mulher, superando preconceitos.

“No Brasil, temos uma mulher na presidência. A presidenta Dilma representa muito para todas nós. Temos ainda várias ministras. Inclusive, permitam-me uma homenagem à ministra Eleonora Menicucci, que responde pela Secretaria de Política para as Mulheres da Presidência da República. Trabalhamos muito integradas. (...)

“Mas temos muitos desafios, porque lamentavelmente a violência ainda tem uma perspectiva de gênero. As mulheres no ambiente familiar vivenciam e muito a situação da violência, que deve ser superada em todas as idades”.

SITUAÇÃO DA MULHER NA ONU

O jornalista Enaildo Viana, da mídia da Boa Vontade, que conduziu a entrevista com a ministra, lembrou que a Lei Maria da Penha — elogiada internacionalmente — é reconhecida como uma das legislações mais avançadas de proteção à mulher. Por sinal, entre 4 e 15 de março de 2013, na sede das Nações Unidas, em Nova York (EUA), a LBV — que possui status consultivo geral no Conselho Econômico e Social da ONU — participará da 57ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher, que reúne delegações dos países membros do organismo e representantes internacionais da sociedade civil. Os debates terão como foco “A eliminação e prevenção de todas as formas de violência contra as mulheres e meninas” e reafirmarão ações em favor “da divisão igualitária de responsabilidades entre mulheres e homens, incluindo o cuidado no contexto do HIV/aids”.

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RUBEM BRAGA E JABOUR

                       
                             

           

Jabour hoje é metade de amor e ódio. Uns o idolatram, outros o condenam. Como pode um cineasta inconformado virar um cronista e dos bons? Sempre me deparo lendo Jabour as terças feiras…só as terças. Virou rotina. Quando não tem sinto falta

Gosto dele pois escreve sem medo aquilo que sempre queríamos escrever ou mesmo falar. Tem sempre uma coisa ou outra dela que alguém posta no Facebook, que ele diz não ser dele. Mas Jabour talvez gostaria de ser intitulado o cronista maldito.

Pois bem, estava eu lendo sua crônica em homenagem ao centenário Rubem Braga. Nela, Arnaldo ia discorrendo sua admiração pelo velho poeta, mostrando que conviveu com ele, Vinicius e ate João Cabral de Melo Neto. E eu lendo e já incomodado por Arnaldo não ter citado o que gostaria de ver ele escrever. Falar de Cachoeiro de Itapemirm. Pensei: Será que não vai falar?

Meu amigo jornalista Daniel Simões ate enviou a referida cronica pelo meu email, outros me ligaram perguntando se já tinha visto. Então fui ler, devagar, no meio da terça feira. E será que ele não citaria minha cidade amada?

Foi quando no final do último parágrafo, leio o seguinte do que Jabour escreveu de Rubem: “Depois, você morreu. Soube emocionado que você contratou a própria cremação — foi a São Paulo e o funcionário perguntou: “Pra quem é?” “Para mim mesmo”, respondeu você, poeta macho. Por isso, quando vejo esse papo todo de “fazendeiro do ar”, de “poeta do cotidiano”, imagino que você diria: “Não me encham o saco. Sou apenas um pobre homem de Cachoeiro de Itapemirim…”

Cachoeiro é assim mesmo. Não é bairrismo, não é sentimento, não é saudade. Mas ela enraizou em nossa alma, seus filhos, uma coisa que vai além de “ser a minha terra natal” O escambal com terra natal, diria Rubem. Cachoeiro é uma overdose permanente de orgulho. Não tem como explicar, os que la nasceram sabem do que falo.

PARABÓLICAS
Carlos Tourinho e Edu Henning desfilando pelas ruas da cidade, ou seja pela Avenida Vitória.

O filho de Biro Biro faz parte da equipe de esportes de Luis Fumanchú, na Fm De Castelo. Elyan Peçanha faz parte também

Gerson Camata ventila a sua volta ao radio, revivendo a época que apresentava o programa de maior audiência do Estado. Será que volta?

A TV Capixaba se prepara para a cobertura do carnaval de Vitória, sob o comando do radialista Ferreira Neto

MENSAGEM FINAL
Nenhum homem é uma ilha. Para combater o Bom Combate, precisamos de ajuda. Paulo Coelho

 

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10 comentários publicados


  • 25/12 às 19:08
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