ES HOJE

 
Vitória, ES.
Colunistas
Oferecimento:
     
           

O emprego voltou

                       
                             

           
A melhor notícia que um governante pode transmitir, sejam quais forem as circunstâncias que envolvem o momento de sua administração, é a geração de novos empregos. Tive a felicidade de fazê-lo, ao anunciar que, depois de 22 meses de números negativos, revertemos a tendência de queda. Foram criados mais de 35 mil empregos com carteira assinada em fevereiro.
 
É claro que temos ainda muitos milhões de brasileiros a trazer de novo para o mercado formal. O importante é que o emprego está voltando. Agimos de forma corajosa para que a iniciativa privada, que gera os empregos, possa prosperar. Sem o empresariado fortalecido não temos oportunidade de novas vagas na indústria, no comércio, na agricultura, nos serviços.
 
Tivemos a ousadia de editar uma lei que limita os gastos públicos. E foi uma ação bem sucedida, porque há um diálogo muito sólido com o Congresso Nacional, que aprovou nossa proposta em tempo recorde. Colocar ordem nas contas públicas é criar condições para a retomada do crescimento e, consequentemente, geração de empregos, nosso objetivo central.
 
A queda da inflação e a baixa dos juros básicos da economia vieram logo a seguir. Segundo o Banco Central, até o final do ano, a inflação estará abaixo do centro da meta, que é de 4,5%. Todos sabemos que esses fatores são imprescindíveis para o crescimento da economia, o que significa mais renda e mais empregos.
 
Com a liberação dos saldos das contas inativas do FGTS, vamos injetar cerca de R$ 35 bilhões na economia brasileira. Todo esse dinheiro vai diretamente para as mãos de mais de 30 milhões de trabalhadores. Dívidas serão pagas, reabrindo acessos ao crédito. Compras adiadas vão aquecer, especialmente, o comércio lojista. No final, seja qual for a aplicação desse dinheiro, toda a sociedade será beneficiada.
 
Para este ano, nós destinamos, apesar da crise que enfrentamos e estamos vencendo, R$ 75 bilhões para a construção de cerca de 600 mil casas no Minha Casa Minha Vida, que vai incentivar a construção civil. E isso significa mais empregos para quem precisa.
 
A confiança no Brasil está sendo recuperada. O caminho da responsabilidade começa a dar resultado. Vamos fazer as reformas da Previdência e trabalhista que o Brasil tanto precisa para seguir na retomada do crescimento econômico sustentável e do desenvolvimento social.
Michel Temer é o presidente da República
           Publicado em   |   Tags   |   Deixe um Comentário
               

Comentários

               

O ESHOJE não publicará comentários ofensivos, obscenos, racistas, que estimulem a violência, sejam contra a lei ou não correspondam ao assunto da reportagem. Consulte nossa Política de Privacidade.

               
                                                               
                       
  •                    
  •                    
  •                    
  •                                                                                            
  •                                        
  •                
               
               

0 comentários publicados

           

Dia da Água: como lidar com a falta do saneamento básico no Brasil?

                       
                             

           
*Por Elias Oliveira
 
Avançamos muito pouco no quesito de saneamento e isso é grave, pois são inúmeros os danos que esse cenário pode trazer à população. De acordo com uma pesquisa realizada em 2015 pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria GO Associados, 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgotos e, desse resultado, somente 42% dos esgotos são tratados. Diante desses números, é importante aproveitar o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, para debater a questão do saneamento básico.
 
 
É que outro dado significativo apresentado nesse estudo também chama a atenção: em 24 capitais brasileiras, menos de 80% dos esgotos são tratados.
 
Basta olhar para um dos grandes problemas da saúde pública no momento: a proliferação do mosquito Aedes Aegypti e o consequente aumento desenfreado dos casos de dengue, chikungunya e vírus zika. Isso ocorre porque o esgoto a céu aberto se acumula em poças, que se misturam às águas da chuva e se transformam em novos criadouros para o mosquito.
 
 
Uma publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS), World Health Organization (WHO), de 2002, trata sobre a redução de riscos e promoção de uma vida saudável, o documento diz que efeitos adversos à saúde estão ligados à ingestão de água insegura associada à higiene inadequada e motivadas pela falta de acesso ao saneamento e gestão inadequada dos recursos e sistemas hídricos, sendo que a diarreia infecciosa é o maior fator de contribuição para carga de doenças associadas à agua, ao saneamento e à higiene. A diarreia infecciosa é responsável por cerca de 4 bilhões de casos a cada ano.
 
 
Outras doenças, como a febre tifoide, hepatite A e E, pólio e cólera também são potencialmente causadas pela falta de tratamento da água.
 
Além das muitas vítimas, o combate a essas doenças também afeta diretamente os cofres públicos, afinal investir em saneamento e prevenir os danos custa bem menos que cuidar de um paciente internado. Já é de conhecimento que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar gasto com o saneamento básico representa uma economia de US$ 4,3 com a saúde.

 
Embora seja uma realidade distante de boa parte da população, algumas soluções químicas são extremamente eficazes para minimizar os níveis de contaminação da água e capazes de contribuir diretamente com a qualidade de rios, lagos, represas e lençóis freáticos.

 
Para auxiliar no tratamento feito tanto por administrações públicas quanto por privadas, empresas nacionais trabalham constantemente no desenvolvimento de sistemas e produtos altamente eficazes e seguros, como o Cloro ideal para desinfecção de águas e esgoto. Soluções a base de cloro já são aplicadas a mais de cem anos, por exemplo, em estações de tratamento e também em indústrias de alimentos e bebidas. É o meio mais eficaz e barato para prevenir doenças, eliminar parasitas, vírus, fungos e bactérias.

 
Ter água limpa e saneamento básico é mais que um direito, é sinônimo de qualidade de vida e saúde para a população. Por isso, o Dia da Água deve ser visto como uma oportunidade perfeita para chamarmos a atenção do poder público, da sociedade civil e da iniciativa privada para um dos grandes problemas do país que necessita urgente de uma solução.

 
*Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes, pertencente ao Grupo Sabará, empresa que oferece ao mercado soluções integradas para o tratamento de águas industriais e saneamento básico, garantindo há mais de 60 anos o fornecimento de produtos, equipamentos, assistência técnica e prestação de serviços para a desinfecção de águas em diversos processos industriais.
 
 
É membro da Comissão de Estudo de Produtos Químicos para Saneamento Básico, Água e Esgoto da ABNT; Membro da Comissão de Manuseio e Transporte da ABICLOR (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados); Membro do Comitê Gestor Prodir (Processo de Distribuição Responsável) da ASSOCIQUIM; Membro da Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Secretaria de Logística e Transportes do Estado de São Paulo; e Coordenador da Sub Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Região de Campinas.
           Publicado em   |   Tags   |   Deixe um Comentário
               

Comentários

               

O ESHOJE não publicará comentários ofensivos, obscenos, racistas, que estimulem a violência, sejam contra a lei ou não correspondam ao assunto da reportagem. Consulte nossa Política de Privacidade.

               
                                                               
                       
  •                    
  •                    
  •                    
  •                                                                                            
  •                                        
  •                
               
               

0 comentários publicados

           

Câncer infanto-juvenil requer atenção

                       
                             

           
Todas as crianças e adolescentes acometidos pelo câncer têm direito de acesso ao tratamento pleno. A cura é possível para a maioria.

A sobrevida do câncer infanto-juvenil nos países do Primeiro Mundo ultrapassa 80%. Em países pobres não chega a 40%. No Brasil, chega a 70% em alguns centros, mas acredita-se ser inaceitavelmente baixa em algumas regiões.

No ano de 2014, em nosso país, o câncer, responsável por 2.724 mortes, constituiu a primeira causa de óbito por doença entre pessoas de 1 a 19 anos de idade. Há alguns anos ocupava posições menos relevantes no ranking das causas de morte em crianças no Brasil, superado por causas relacionadas às condições de pobreza da população, como desnutrição e infecções.

Felizmente, esses agravos diminuíram o que resultou na maior visibilidade ao câncer como causa de morte entre crianças e adolescentes. Agora, chegou a vez de combatê-lo. Vivemos, no Brasil, um período de transição longo demais, em que se observam impactos positivos na eliminação das doenças decorrentes da situação de pobreza, graças a progressos assegurados por políticas públicas, mas ainda não se desenvolveram estratégias abrangentes para lidar com o câncer nessa faixa etária.

As bases para a eficácia dos serviços de oncologia pediátrica estão contidas em investimentos sistemáticos em três pilares fundamentais: serviços de qualidade, pesquisa e educação continuada.

O apoio social viabiliza o tratamento de grande parte da população. A Associação Capixaba contra o Câncer Infantil (ACACCI) reconhece sua responsabilidade no cuidado desses seres e suas famílias e atua há 29 anos com esse propósito.

O Hospital Estadual Infantil Nossa Senhora da Glória (HEINSG) abriga, há 30 anos, a Unidade de Referência Pública Estadual para Tratamento de Câncer em Crianças e Adolescentes. A criação desse setor inaugurou a oncologia pediátrica no Estado e, desde então, tem salvado muitas vidas. Mas é preciso avançar tendo a excelência como norte.

Recentemente, a sociedade capixaba testemunhou o despertar do envolvimento de governantes e gestores da saúde rumo a uma pediatria mais bem assistida, com reflexos também na oncologia pediátrica.

Estão previstas mudanças, entre elas a criação de mais leitos de terapia intensiva e reforma do Hospital-Dia de Oncologia. Espera-se que este seja o início de grandes transformações e que o alvo seja sempre resultados comparáveis aos dos melhores centros do mundo. Que a cura se baseie não somente na eliminação da doença, mas também na minimização das sequelas físicas, sociais e emocionais e se isso não for possível, que aos pacientes, assim como a suas famílias, sejam oferecidos os melhores recursos para que possam lidar com a intratabilidade.


Gláucia Perini Zouain Figueiredo é médica oncologista pediatra
do Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória (HEINSG)
           Publicado em   |   Tags   |   Deixe um Comentário
               

Comentários

               

O ESHOJE não publicará comentários ofensivos, obscenos, racistas, que estimulem a violência, sejam contra a lei ou não correspondam ao assunto da reportagem. Consulte nossa Política de Privacidade.

               
                                                               
                       
  •                    
  •                    
  •                    
  •                                                                                            
  •                                        
  •                
               
               

0 comentários publicados

           

Crise histórica

                       
                             

           
Dia desses toca o telefone da redação e do outro lado da linha,como todos os dias, alguém querendo dar uma sugestão de reportagem. Era uma moradora do bairro Jardim Camburi, em Vitória, dizendo que a segurança no bairro estava (como ela disse) "meio suspeita". A explicação: tudo uma calmaria, mas as pessoas não estão vendo a polícia nas ruas.

No primeiro momento o repórter para e critica: quando está tudo bem, eles ligam para reclamar que está tudo bem. Quando não está, pedem reportagem na rua para mostraar violência. Mas não se trata de insatisfação constante. Trata-se de uma percepção, geral e velada: o movimento que retirou a Polícia Militar das ruas do Espírito Santo acabou, mas a insatisfação da categoria continua.

Para se manterem no emprego - e isso em qualquer classe trabalhadora é comum - os militares voltaram às ruas, suas esposas saíram de frente dos batalhões e companhias e as viaturam circulam "normalmente". Mas nada está verdadeiramente normal.

Não há como ignorar que o clima ainda não é de paz entre os agentes da segurança pública capixaba. Policiais militares, civis, bombeiros, em praticamente todos níveis, cargos e patentes, ainda almejam melhorias nas condições de trabalho e emprego.

Tem, ainda, o fato de que após o fim da greve da PMES, projetos foram aprovados para alterar o modelo de promoção na corporação, bem como fim de companhias e setores e criação de outros.

O clima está longe de ser paz e amor, embora não se questione a capacidade dos novos comandantes militares reverterem a situação. Fazemos votos que recuperem a situação da chamada "corporação-família".

Nesta edição (lei aqui) o jornalista Paulo Cesar Dutra traz matéria especial mostrando que a crise na segurança pública de 2017 não é a primeira em quase 200 anos de PMES. Outras três marcaram a história desta instituição e, consequentemente, do próprio estado. Feridas sangrentas, com morte de centenas de pessoas - tanto neste ano quanto em 1998, no Governo de Vitor Buaiz.

Falando em segurança, o serviço público estadual, de maneira geral, pede socorro. Se fosse apenas (longe de minimizar) a questão salarial, a discussão teria que esperar porque a crise continua - firme e forte, Deus nos livre! Mas trata-se de condições de trabalho.

A manchete desta edição é uma reportagem mostrando quão vulneráveis estão os servidores do Incaper. E recentes edições, já tratamos da falta de investimentos com os profissionais da saúde, trabalhando em ambientes insalubres. Tem ainda as políticas - inexistentes - na educação.

No Incaper, sem equipamentos de segurança, o contato com agrotóxicos e outros produtos químicos leva servidores à Justiça.
           Publicado em   |   Tags   |   Deixe um Comentário
               

Comentários

               

O ESHOJE não publicará comentários ofensivos, obscenos, racistas, que estimulem a violência, sejam contra a lei ou não correspondam ao assunto da reportagem. Consulte nossa Política de Privacidade.

               
                                                               
                       
  •                    
  •                    
  •                    
  •                                                                                            
  •                                        
  •                
               
               

0 comentários publicados

           

Violência gera violência

                       
                             

           
Nas últimas semanas o Brasil presenciou um conflito no Espírito Santo com consequências sentidas por toda a sociedade capixaba, por meio do qual, lamentavelmente, vidas se transformaram em números.
 
Apesar de negativo, os conflitos são inerentes ao homem e, por isso, não podem ser eliminados, porém podem ser mais bem trabalhados. Portanto, devem ser vistos como oportunidade de transformação, de inclusão de novas ideias, de desenvolvimento e de melhoria das relações.
 
Não só os indivíduos, mas também as instituições padecem de conflitos, como o que vivenciamos a duras penas entre o Governo do Espírito Santo e a sua Polícia Militar. A propósito, é bastante comum que os líderes das instituições não saibam como lidar com o conflito de forma construtiva.
 
O fato é que a linguagem é um dos principais fatores que geram e nutrem conflitos. O jeito de se comunicar pode gerar as mais diversas reações, que vão desde o isolamento até a violência. Com a quebra do processo comunicacional entre as partes é que tem origem o conflito.
 
E se, de um lado, não é de se esperar da polícia, diante da disciplina militar a que é submetida, comunicação não violenta, é de se exigir, sim, daqueles que nos representam, do Governo do Estado, comunicação colaborativa no trato de questões com sérias repercussões nas nossas vidas.
 
Desde 2015 o Governo vem lançando mão de um discurso padrão, fechado, de arrocho financeiro, de austeridade fiscal, frequentemente repetido aos quatro cantos do Estado, sugestivo de que o “ter” é mais importante do que o “ser”, e que foi se desgastando ao longo do tempo, muito provavelmente porque não se transformou sequer em compromissos de melhoria nos serviços públicos em concreto.
 
Acontece que, nas acertadas palavras da psicanalista Malvina Ester Muszkat, “um país não se desenvolve baseado apenas na sua economia, uma vez que o respeito às relações sociais, além de primordial no desenvolvimento de uma nação, interfere em seu desempenho econômico”. E como interfere! Os prejuízos foram incalculáveis.
 
Com efeito, o desequilíbrio no compartilhamento do poder econômico, expresso por uma comunicação não inclusiva da segurança pública, contribuiu para a explosão do conflito. Enquanto órgãos como a Polícia Militar agonizam péssimas condições de trabalho e uma remuneração muito aquém da magnitude do serviço que prestam, o Governo vem acumulando milhões de cifras. Mas para quê e para quem?
 
A falta de uma linguagem valorizadora de interesses complementares produziu a ruptura do processo comunicacional entre o Governo e a Polícia e, desde então, a comunicação está sendo a grande vilã de todo o enredo.
 
Quando não há interesses mútuos ou algum tipo de meta estimuladora comum, estoura o conflito e fica difícil qualquer negociação colaborativa. O poder necessariamente precisa ser reconhecido pela outra parte!
 
Do contrário, estaremos diante do exercício de um poder autoritário, que poderá produzir uma reação na mesma proporção. Ao determinar a conduta da outra parte, o poder cria uma inevitável força oposta, uma resistência.
 
E a reação da Polícia diante da linguagem autoritária do Governo veio na forma de violência, não no sentido de se ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem, mas no sentido de qualquer forma de constrangimento, coerção ou subordinação exercida sobre outra pessoa ou instituição por uso abusivo do poder, numa tentativa inadequada de resolver o conflito.
 
O emprego de violência é manifestação de sentimentos de baixa autoestima, falta de segurança, potência e reconhecimento. E, por meio do ato violento, o ofendido se transforma em ofensor, afastando as partes cada vez mais do diálogo. A partir daí fica difícil separar as partes dos problemas, focar nos interesses e não nas posições, criar opções de ganhos mútuos, utilizar critérios objetivos e avaliar se há melhor alternativa à negociação de um acordo.
 
Mas, se por um lado a greve de policiais é ilegal, a falta de reajuste anual também o é. Na medida em que o Governo se torna omisso, acaba por introduzir na consciência coletiva a pouca importância que dá aos valores éticos e sociais, afetando a crença na segurança e permitindo que a sociedade deixe de observar tais valores. Um Governo inseguro em si mesmo torna hesitante a vigência dos deveres sociais mais básicos, mexendo com todo mundo de valor ético e provocando reações como a violência (em sentido amplo e estrito).
 
Com a inclusão de violência no processo comunicacional, vieram as provocações, rotulações, apontamentos, insultos, acusações, julgamentos, retorno constante ao passado, foco no problema, inflexibilidade, linguagem áspera e promessa de punição. O Governo assumiu declaradamente a sua posição adversarial frente à Polícia e, infelizmente, isso se espraiou por toda a sociedade que, no lugar de focar na solução, limitava-se a escolher uma posição, estimulando a violência.
 
Isso acendeu um grande alerta: precisamos, urgentemente, formar pacificadores, pessoas que se interessem em solucionar os problemas, não em saber com quem está a razão. A começar por nós mesmos e, logo em seguida, na escolha dos nossos líderes, que devem ter habilidade para negociar colaborativamente e para se comunicar de forma não violenta.
 
Necessitamos de alfabetização comunicacional, de educar as pessoas a resolver seus conflitos por meio do diálogo, e o exemplo deve vir cima para baixo, a partir de escolhas de baixo para cima. Não mais podemos confundir bons oradores com bons comunicadores.
 
Se queremos um Governo mais pacificador, uma Polícia mais pacificadora, uma sociedade mais pacificadora e, portanto, mais segura, sejamos pacificadores, elejamos pacificadores! Na opinião do Doutor Marshall B. Rosenberg, especialista em psicologia social, precisamos de uma forma de comunicação que nos leve a nos entregar de coração.
 
Violência gera violência e boa comunicação gera pacificação!
 
Rafael Miguel Delfino é defensor público do Estado do Espírito Santo
           Publicado em   |   Tags   |   Deixe um Comentário
               

Comentários

               

O ESHOJE não publicará comentários ofensivos, obscenos, racistas, que estimulem a violência, sejam contra a lei ou não correspondam ao assunto da reportagem. Consulte nossa Política de Privacidade.

               
                                                               
                       
  •                    
  •                    
  •                    
  •                                                                                            
  •                                        
  •                
               
               

0 comentários publicados

               

<<  %pagina%  >>


Mais lidas
Facebook


ESHOJE © 2012, Todos os direitos reservados Anuncie   •   Fale Conosco