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Da uva ao brinde

Fernanda

Fernanda Almeida é casada, mãe de dois filhos, sommeliére inserida no mundo do vinho há 8 anos

     
           

Alto brinde, baixo custo

                       
                             

           
Hoje teremos mais dicas de excelentes rótulos em relação custo x benefício. Nosso objetivo é mostrar que, para apreciar bons vinhos, nem sempre temos que gastar tanto. Hoje trouxemos opções, de qualidade, a preços entre R$ 47 e R$75.

Para começar, um Caiado Branco, cujo preço médio é R$ 47,90. Trata-se de um vinho da região do Alentejo Portugal, produzido com as castas Antão Vaz, Arinto e Roupeiro, no visual límpido e cristalino e de cor citrina. No nariz traz notas de limão e bananas maduro, com um toque floral e um leve mineral. Em boca é de ótimo frescor e equilíbrio, com final persistente.

Esta é uma alternativa muito refrescante ideal para acompanhar peixes grelhados, mariscos, carnes brancas e saladas. Outro é o Caiado Rosé, também refrescante, mas produzido com as castas Castelão, Aragonez e Touriga Nacional.

No visual de cor rosa intenso, tem aromas de frutas vermelhas, delicado e equilibrado em boca, e com boa vivacidade

vinhos custo beneficioJá o Las Moras Malbec reserva é argentino e tem sua colheita 100% manual. É um vinho amadurecimento em barricas de carvalho por seis meses, que tem visual de cor rubi intenso com traços purpura. No nariz é frutado, lembrando frutas negras madura, com notas de especiarias e violeta, enquanto em boca mostra-se volumoso de taninos envolventes e macios - mantendo sua elegância -, e no final retrogosto prolongado.

Sua graduação alcoólica é de 14%. O Las Moras Malbec acompanha bem com bife de chorizo, carnes de caça, cordeiro, carnes vermelhas assadas ou grelhadas, além de queijos duros. Preço médio: R$ 72,60.

Para finalizar, tem o Gonden Kaan, um tinto produzido 100% com a cepa Pinotage, que é a única variedade autentica nativa da África do Sul, e é a combinação de dois nomes Pinot Noir e Hermitage.

Foi do cruzamento dessas duas cepas francesas que nasceu a Pinotage, e esse é um belo rótulo da África do Sul com amadurecimento em carvalho. No visual apresenta um vermelho rubi, nos aromas é bem frutado - lembrando frutas vermelhas e um toque de baunilha. Em boca é equilibrado, elegante, delicado e frutado, com taninos bem integrados e um leve toque de madeira. Para harmonizar é fácil: desde ostras a rabada, sopa de feijão, peixes, aves e cozinha vegetariana. Preço médio R$ 75.
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Uma uva, dois vinhos

                       
                             

           
Pinot Gris ou Pinot Grigio: esses são nomes distintos de uma mesma uva que se diferenciam pela nacionalidade e estilo dos vinhos. Pinot Gris é usado na França, enquanto Pinot Grigio é na Itália.
 
Gris tem sua base forte na Alsácia, e apesar do seu reconhecimento mundialmente ter ocorrido principalmente em razão dos vinhos italianos, acredita- se que sua origem é mesmo francesa. E, provavelmente, de uma mutação genética natural da Pinot Noir.
 
Essa cepa tem a casca mais escura, em comparação com outras uvas brancas, daí o termo gris, que em francês significa cinza. Seu vinho é mais encorpado, mais frutado, mais acentuado em boca. Também trata-se de um bebida bem aromática.
 
Já a Pinot Grigio pode render brancos mais secos e cheios de personalidade, com boa acidez e corpo leve, com aromas delicados floral e cítrico. Atualmente essa uva é cultivada em quase todas regiões produtoras de vinho do mundo e a maior parte segue o estilo dos vinhos italianos. Entretanto, outras regiões como, Oregon, nos Estados Unidos, e parte da Nova Zelândia, seguem ao estilo francês (mais encorpados).
 
Os aromas típicos encontrados em vinhos à base dessa uva são de pêssego, damasco, limão, tangerina, pera e maçã verde, flores silvestres, mel, tomilho, orégano, erva-cidreira, além de toques minerais.
 
Na região da Alsácia, na França, também encontramos vinho doce produzido com essa cepa e, normalmente, são vinhos complexos, cremosos, encorpados. Chamado colheita tardia é o Pinot Gris late harvest, isso porque as uvas para produção desse vinho são colhidas de forma tardia, onde a concentração de açúcar é bem maior e ótimo para ser servido com a sobremesa.
 
Quando falamos de harmonização com os secos produzidos com essa cepa, descobrimos que é incrivelmente versátil, pode acompanhar peixes, camarões, frutos do mar e aves, carne de coelho, ensopados e queijos duros. Além de harmonizar muito bem com massas com molho à carbonara ou pesto.
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Vamos com mais dicas de custo X beneficio

                       
                             

           
Uma excelente bebida nem sempre precisa ser a mais cara. Por isso há algumas semanas estamos dando sugestões de vinhos e qualidade, cujos preços valem à pena. Hoje vamos falar de mais quatro: Concha Y Toro rosé, um branco nacional outro português, e um Campo Marina.
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A vinícola chilena Concha Y Toro lançou, recentemente no Brasil, um rose da linha Reservado produzido com cepa californiana White Zinfandel. De cor brilhante e rosácea, o vinho tem aromas de frutas vermelhas. Em boca mostra equilíbrio e frescor, com leve doçura, o teor alcoólico é de 10,5%.
 
Trata-se de um delicado rosé para beber na praia ou piscina que acompanha bem com frango, peixes e saladas. Preço médio: R$ 32,90
 
A Aurora Chardonnay Reserva vinho branco nacional é da região de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, produzido com casta 100% Chardonnay. Esse vinho é bem estruturado e tem estagio em carvalho francês. Com visual límpido e tonalidade amarelo esverdeado, no nariz mostra aromas frutados lembrando maçã verde e abacaxi. Enquanto em boca é equilibrado e de ótimo frescor, com toque amanteigado e leve baunilha.
 
O teor alcoólico é 13%, e a temperatura ideal para consumo varia de 9ºc a- 11ºc. este branco acompanha bem com bacalhau, salmão, risotos de frutos do mar. A Aurora Chardonnay Reserva em prêmio como Medalha de Ouro Vinus- Mendonza- Argentina / Medalha de Ouro no XI Concurso internacional de Bacchus (Madrid, Espanha) / Medalha de Ouro Challenge Internacional du Vin ( Bordeax- França ) / Medalha de Bronze 23nd Internacional Wineand Spirits Competition- Guild Hall. Preço médio: R$ 51,90.
 
Também harmoniza bem com frutos do mar o Comendador Leonel Camerinha, que é um branco português da região do Alentejo. Trata-se de um Chardonnay Reseva cujo nome homenageia ao patriarca dono da adega Figueirinha.
 
Este branco é produzido com casta 100% chardonnay e com passagem em carvalho francês, e tem cor amarelo palha. No nariz encontramos logo aromas amanteigados e de baunilha, mas sem perder o frescor. Com notas aromáticas de frutas, como maçã verde, em boca se mostra-se bem equilibrado, volumoso, com boa acidez, de final macio e boa persistência. Seu teor alcoólico é de 13% e o preço médio é R$ 68,90
 
Outra boa opção custo X benefício é o Campo Marina, um Primitivo Di Manduria IGP, cujo produtor, Luccarelli, é da região de Puglia – Itália. Vale lembrar que na cidade de Manduria essa cepa encontrou seu berço, condições ideais e acabou tornando-se um dos emblemas do vinho de Puglia no mundo inteiro.
 
Tinto de cor vermelho rubi intenso, ele tem reflexos violáceos e aroma de frutas vermelhas e negras maduras, cacau e um toque de baunilha. Em boca é seco, elegante e equilibrado, de taninos sedosos e envolventes com bom final. O Campo Marina passa por amadurecimento em barricas de carvalho francês e americano de 8-10 meses e teor alcoólico de 14%. Acompanha bem carnes vermelhas, cordeiro, carne de caça, massas e queijos curados. Preço médio: R$ 98,90
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Vamos à história?

                       
                             

           
Carmenére, uma casta histórica originada na região de Médoc e em Graves, Bordeaux. Chegou a ser uma das mais cultivadas no início do século XIX e na década de 1860 as videiras europeias sofreram com ataque da filoxera, uma praga que quase devastou todos os vinhedos da Europa.
 
A variedade dessa uva chegou a ser considerada extinta, mas acabou sendo redescoberta no Chile no ano 1994 por um ampelógrafo francês (Jean-Michel Boursiquot), onde era cultivada como Merlot. E foi no Chile que a carmenére ganhou grande destaque, pois se adaptou com facilidade aos solos férteis e clima agradável da região. Virou a uva emblemática do país.
 
A Carmenére é de amadurecimento tardio, seus vinhos possuem cor rubi com reflexos violáceos, notas aromáticas de frutas vermelhas e negras maduras, especiarias e vegetais. Em boca oferece vinhos de taninos macios, sedosos e envolventes. Para harmonizar, vale optar por pratos à base de carne vermelha com pouca gordura, medalhão de filé mignon com molho de gorgonzola, lombinho suíno assado e massas.
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Verão X Custo X Benefício

                       
                             

           
Como no verão devemos optar por vinhos mais refrescantes, aqui vão mais algumas dicas. Porém, desta vez, destacando o custo X beneficio dos vinhos e Portugal.
 
Os vinhos de hoje são da Região do Tejo, também denominada Ribatejo, muito produtiva que recebeu esse nome devido ao rio que nasce no sudeste, na fronteira espanhola, e desemboca em Lisboa. Solo argila e calcário; clima Mediterrâneo seco.
 
Na sede por frescor, começamos com um branco: Casa Agrícola Portugal Reserva branco produzido com as castas Sauvignon Blanc, Verdelho, Chardonnay, Gewurztraminer. A classificação Vinho Regional do Tejo, de colheita manual e passagem em barricas de carvalho francês. De cor clara com traços esverdeados , em seu aroma encontramos notas de baunilha e frutas tropicais (como manga e abacaxi).
 
  
Em boca o branco da Casa Agrícola Portugal é elegante, macio, com ótimo frescor e persistência. Ele deve ser servido a temperatura de 8ºC e harmoniza com aperitivos, peixes assados. Preço médio R$ 43,90
 
Outra opção é o Casa Agrícola Portugal Rosé. Trata-se de um vinho de entrada, elaborado com a casta Aragonez, com classificação Vinho Regional Tejo. Ele tem processo de colheita das uvas manual, cor rosa com tonalidades alaranjadas. Suas notas aromáticas são extremamente frutadas, frutas vermelhas maduras, cereja, morango, encontramos também pêssego e damasco.
  
 
Em boca é um vinho vivo, macio e com boa persistência, temperatura de serviço 12ºC. Acompanha bem massas com molhos medianos, pizzas, peixes – um salmão assado, harmoniza muito bem. Preço médio R$ 33,90.
 
E, por último, também da Casa Agrícola Portugal, vamos a um tinto 100% Touriga Nacional. Sua classificação é Vinho Regional Tejo, onde as uvas foram colhidas à mão e a fermentação feita em lugares com leveduras especificas e temperatura controlada.
 vinho
O vinho é de cor rubi intenso, aromas de frutas negras, florais, baunilha e especiarias como tomilho e orégano. Em boca é equilibrado, elegante, redondo de taninos macios e bom retrogosto. A temperatura de serviço recomendada é 18ºC e fica uma delícia quando saboreado com grelhados, assados, cordeiro, caças, lebre, pato. Preço médio R$ 49,90
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